Luz e Energia, Ilume realiza a manutenção em alguns pontos de Iluminação Pública no Novo Jaú, Saiba Mais Sobre Iluminação Pública.



A iluminação pública é essencial à qualidade de vida nos centros urbanos, atuando como instrumento de cidadania, permitindo aos habitantes desfrutar, plenamente, do espaço público no período noturno.
Além de estar diretamente ligada à segurança pública no tráfego, a iluminação pública previne a criminalidade, embeleza as áreas urbanas, destaca e valoriza monumentos, prédios e paisagens, facilita a hierarquia viária, orienta percursos e aproveita melhor as áreas de lazer.
A melhoria da qualidade dos sistemas de iluminação pública traduz-se em melhor imagem da cidade, favorecendo o turismo, o comércio, e o lazer noturno, ampliando a cultura do uso eficiente e racional da energia elétrica, contribuindo, assim, para o desenvolvimento social e econômico da população.
A iluminação pública no Brasil corresponde a aproximadamente 4,5% da demanda nacional e a 3,0% do consumo total de energia elétrica do país. O equivalente a uma demanda de 2,2 GW e a um consumo de 9,7 bilhões de kWh/ano.
A partir da crise de energia do ano de 2001, a necessidade de implementação do Programa Nacional de Iluminação Pública e Sinalização Semafórica Eficientes - ReLuz tornou-se ainda mais evidente, tendo em vista a sua principal característica: redução de demanda no horário de ponta do sistema elétrico (19:00 h às 21:00 h), devido à modernização das redes de iluminação pública.

Novo Jaú, Educação e Cultura

O artesanato brasileiro é um dos mais ricos do mundo e garante o sustento de muitas famílias e comunidades. O artesanato faz parte do folclore e revela usos, costumes, tradições e características de cada região por isso. A associação do Moradores do Jardim Novo Jaú promoveu neste Sábado Véspera de dia das Mães uma grande feira de artesanato, parte produzida por materiais reciclaveis outros não, Moradores que tem experiência em produzir estes tipos de trabalhos montam seu espaço na sede dos Moradores com seus produtos e vendem, o intuito é todos os sabados realizarmos este trabalho que gera renda presente em roupas, lenços, toalhas e outros artigos, tem um importante papel econômico e é desenvolvida pelas mãos de alguns Moradores do Novo Jaú,  tendo  sempre o todo espaço dado pela sede da associação, projetos também serão implantados logo após a chegada de materiais especificos para então iniciar a realização de cursos de artesanato para todos os moradores.
Veja mais Imagens deste dia em nossa Galeria de Imagens....

Falta de Médicos, UBS Jardim Três Corações, Moradores reclamam e relatam os problemas de Saúde que se agravam devido a falta de Médicos Especializados.



UBS Jardim Três Corações, Moradores do Jardim Três  Corações e Região reclamam da falta de Médicos capacitados para atendimento

A falta de médicos é um grave problema ainda mais quando se trata de uma UBS que atende mais de 30 mil Moradores que contam com os bairros vizinhos como o Jardim Novo Jaú, Jardim Noronha, Jardim Moraes Prado entre outros, o assunto gerou polemica, pois segundo relatos Médicos desta UBS saíram devido à falta de segurança no bairro, furtos de veículos do próprio estacionamento da UBS, veículos que seriam destes médicos ja não mais atuantes na UBS, sabemos também que este é um assunto a ser resolvido com a secretaria de saúde pública, bom no entanto deviam ter 10 médicos trabalhando mais são só apenas 5, os outros cinco são praticamente substituídos por enfermeiras (os), segundo disse uma adolescente de 15 grávida que para receber o tratamento adequado precisa pagar três conduções, idosos a mais de 6 meses sem receber tratamento médico vivendo apenas de remédios que há muito tempo foi receitado. 
Algo deve ser feito com máxima urgência para melhorar o atendimento destes quase 31 mil Moradores. As saúdes destas pessoas estão em risco.

Assista a Matéria que foi ao ar pelo SPTV 1 EDIÇÂO, REDE GLOBO  

Saúde Ocular, Campanha Visual Moradores Realizam Exames Gratuitamente e São Alertados dos Problemas Oculares.

Palestras vão alertar para riscos de cegueira causada por doenças que podem ser evitadas e tratadas com acompanhamento médico adequado.
No Brasil, existem cerca de 12 milhões de pessoas com deficiência visual.
Problemas como catarata, glaucoma e retinopatia diabética estão na origem de milhares de casos de cegueira e perda significativa de visão que anualmente surgem no país.
Conscientizar a população sobre a necessidade de prevenir essas doenças e reduzir a incidência de deficiência visual na cidade é o objetivo da Campanha de Saúde Ocular, lançada pelas secretarias municipais da Saúde e da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida, em parceria com um oftalmologista a Associação dos Moradores do Jardim Novo Jaú realiza encontros para tratar Moradores com dificuldades em enxergar, fique atento para novos encontros, trate com freqüência a sua Saúde Ocular.

Catarata

Opacificação do cristalino, que é a “lente” intra-ocular, com consequente diminuição da visão. Aproximadamente 85% dos casos dessa doença ocorrem após os 50 anos. O tratamento para essa doença é cirúrgico.

Glaucoma

Doença caracterizada por aumento de pressão intra-ocular, com progressiva perda visual. Pode ocorrer em qualquer idade, com maior incidência em pessoas com histórico familiar de glaucoma, da raça negra e após os 40 anos de idade. Os danos causados pelo glaucoma são irreversíveis. Prevenção: é necessária a identificação da doença o mais precocemente possível por meio de exames oftalmológicos. O tratamento é realizado com colírios, e em alguns casos há indicação de cirurgia.

Retinopatia Diabética

Doença ocular que acompanha os pacientes diabéticos sendo uma das maiores causas de cegueira nesta população. Prevenção: controle glicemia e visita periódica ao oftalmologista para intervenção precoce.





Prestação de Serviço, Agentes de Saúde Visitam Familias, Preocupação com a Saúde dos Moradores.

Saúde




Em sua primeira fase, participaram do projeto 6 mil agentes comunitários de saúde (ligados ao Programa Saúde da Família) e agentes de proteção social (ligados ao Programa Ação Família).


O projeto propõe a formação destes atores locais na temática ambiental para que possam reconhecer e compreender melhor quais são os desafios da sua comunidade, mobilizar a população e implementar ações locais de preservação, proteção e promoção do meio ambiente, associado ao bem-estar, saúde e desenvolvimento social das famílias.


De março a julho de 2010, os agentes participaram de encontros semanais realizados nas suas regiões. No total, foram 128 horas de formação em seis temáticas: lixo; água e energia; biodiversidade; convivência saudável com animais e zoonoses; consumo consciente e cultura de paz e não-violência.


A formação dos agentes foi desenvolvida simultaneamente por 80 educadores especialmente selecionados e formados para esse fim por instituições parceiras. A formação dos educadores, por sua vez, aconteceu em atividades concentradas na Universidade Aberta do Meio Ambiente e da Cultura de Paz (Umapaz), no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, SP.


Todo o processo foi monitorado, avaliado e sistematizado desde o início das atividades. O objetivo foi acompanhar e registrar propostas e mudanças de práticas que possam ser discutidas já no decorrer do Projeto, bem como garantir sua futura disseminação.

Recursos e Cobertura – Demandas locais

Sé - Construir uma AMA no centro.


Perus - Equipar PS Perus e construção de UBS e AME no Morro Doce.


Pirituba – Modernização do Pronto Socorro, melhoria no atendimento, no aparelhamento e nos diagnósticos de pacientes. O hospital precisa de profissionais mais capacitados, pois atendimento é péssimo. Melhoria na estrutura geral do Posto de Saúde de Pirituba.


Mangalot - Construir postos de saúde para o bairro.


Santa Cecília - Criar mais uma UBS no bairro.


Lapa – Construir uma UBS.


Butantã - Manter e melhorar o Centro de Apoio Psicosocial (CAPS).


Butantã – Construir uma UBS na Cohab Raposo Tavares e na Cohab Munk, segundo Plano Diretor Estratégico.


Butantã – Implantar o Programa Saúde da Família nas duas Unidades Básicas de Saúde – Distrito Rio Pequeno: UBS Malta Cardoso e UBS Rio Pequeno.


Freguesia do Ó – Construir uma UBS.


Cidade Ademar – Implementar as equipes de PSF nos Jd. Selma, V. Missionária e Pantanal.


Grajaú - Construir doze unidades básicas de saúde nas localidades: JD Reimberg, JD Lucélia/ Novo Jaú, Cantinho do Céu, Conjunto Faria Lima/Parque Cocaia,
Grajaú - Completar o quadro de funcionários em todas as unidades abaixo, bem como provê-las com medicamentos essenciais (Remume), materiais e equipamentos básicos: Horizonte/JD Sabiá, JD Graúna/Guaembú, JD Prainha/Shangrilá, Vila da Paz, Varginha.

Grajaú – Construir um CECCO (Centro de Convivência e Cooperativa)
Grajaú - Instalar atendimento do CAPES - Álcool e Drogas; Infantil e Adulto.
Grajaú – Dar urgência à expansão das ações de saneamento básico na região, como prevenção à saúde dos moradores.

    O Jardim Novo Jaú recebe 11 Computadores para a inclusão de um Telecentro Comunitário





    Com quantas peças se faz um telecentro

    Especialistas apontam os ingredientes fundamentais para abrir e manter centros deacesso gratuito à internet e de mobilização comunitária.
    Como montar e sustentar um telecentro? Se ele não for objeto de uma política pública, mantido por recursos estatais, o melhor é que surja amparado por uma ampla articulação deagentes sociais. É o que dizem todos os especialistas ouvidos por A está diretamente relacionada à sua sustentabilidade social, conceito que traduz o grau deinserção do telecentro nas comunidades onde está localizado.
    Por isso, muita gente acredita que tem mais chances de sobreviver um telecentro aberto por entidades que já façam trabalhos sociais consistentes. Tradição comunitária, conselho gestor diversificado e representativo, documentação e atividades que reflitam os interesses locais – em síntese, são os principais elementos de sustentabilidade social, que podem promover maiores condições para captação de recursos, sejam eles financeiros, humanos ou na formade conhecimentos, objetos, insumos, capacidade de articulação. Esses pré-requisitos contribuem, ainda, para que a administração do espaço promova atividades afinadas com as necessidades do seu público, e desenvolva formas de coletar dados novos sobre a comunidade.
    Esse combinado de ingredientes, apontado pela maioria dos profissionais, permite que o telecentro – lugar para acesso gratuito à internet e mobilização comunitária – sirva de ferramenta para o fortalecimento de programas voltados ao desenvolvimento local, ao mesmo tempo em que esse incremento na ação coletiva contribui para sustentar o telecentro. Situação ideal que buscam muitas entidades, prefeituras e instituições da sociedade civil pelo Brasil afora.